Dicas e Testes – Rotas do Vento https://rotasdovento.com Expedições e Viagens de Aventura desde 1992 Fri, 05 Jun 2020 09:52:21 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.5.1 https://rotasdovento.com/wp-content/uploads/2019/01/cropped-Rotasic2-32x32.png Dicas e Testes – Rotas do Vento https://rotasdovento.com 32 32 Compromisso com a Natureza https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/compromisso-com-a-natureza/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/compromisso-com-a-natureza/#respond Tue, 23 Jul 2019 13:55:59 +0000 https://rotasdovento.com/?p=12657 As regiões naturais que iremos atravessar têm vindo a sofrer uma gradual degradação motivada pela crescente frequência de grupos de viajantes. É nosso dever contribuir para que esse problema não se agrave dando bons exemplos aos outros. Não esqueça: Não traga nada senão fotografias, não deixe nada senão pegadas.

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Irlanda, Burren, Connemara e ilha Inishmore

Irlanda, Burren, Connemara e ilha Inishmore

As regiões naturais que iremos atravessar têm vindo a sofrer uma gradual degradação motivada pela crescente frequência de grupos de viajantes. É nosso dever contribuir para que esse problema não se agrave dando bons exemplos aos outros.
Não esqueça: Não traga nada senão fotografias, não deixe nada senão pegadas.
Princípios que deve seguir:
1. Deixe os locais no mesmo estado em que os encontrou.
2. Por favor não deixe resíduos para trás nem enterrados.
3. Caminhe apenas nos caminhos marcados.
4. Por favor não cause danos à vegetação.
5. Certifique-se de não perturbar ou causar mal à vida selva-gem.
6. Por favor não perturbe o ambiente, não mova pedras ou construa moços (cairns).
7. Mantenha as fontes de água, nascentes e piscinas limpas. A água é um recurso precioso e não deve ser mal administrada.
8. Nunca dirija fora de estrada, pois é ilegal.
9. Respeite e cumpra as leis e regras de conservação estabele-cidas pelos guardas florestais locais.
10. Respeite a paz e a tranquilidade da vida rural.

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As Botas para Marcha https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/as-botas-para-marcha/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/as-botas-para-marcha/#respond Sun, 16 Jun 2019 22:16:10 +0000 https://rotasdovento.com/?p=12580 A escolha de umas botas nunca é uma tarefa fácil. Abstraindo de aspectos estéticos, deparamo-nos com a dificuldade de avaliar diversos tipos de materiais, de construção, de solas e de desenho. Os preços também variam muito, o que deixa o leigo bastante confuso.

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A escolha de umas botas nunca é uma tarefa fácil. Abstraindo de aspectos estéticos, deparamo-nos com a dificuldade de avaliar diversos tipos de materiais, de construção, de solas e de desenho. Os preços também variam muito, o que deixa o leigo bastante confuso.

As modernas botas para marcha, como tal, existem há menos de duas décadas. Até aí era usada uma versão ligeira das botas de alpinismo, em couro e com sola de borracha sulcada. Mas hoje, por um fenómeno de moda, fabrica-se uma enorme diversidade de modelos, muitos dos quais não têm aptidão para resistir a um tratamento árduo na montanha.
Assim, os atributos a procurar numas botas novas para uma utilização todo-o-terreno resumem-se a:

a) Conforto. A sua forma interior deve estar bem adaptada ao pé. Há marcas que fabricam modelos diferentes seja para pés estreitos ou para pés largos. O tamanho da bota deve ser um ou meio número superior ao normal pois deve considerar que após umas horas de marcha o pé incha. É suficiente usá-las com um par de meias espessas. Todos temos um pé maior que o outro, por isso concentre-se no seu pé grande quando estiver a ensaiá-las. Quando apertar os atacadores, os calcanhares devem manter-se imóveis atrás — se chutar com força contra uma parede, não deve sentir os dedos a embaterem no extremo da bota. Quanto maior for o número de presilhas (crochets) para os atacadores, melhor você conseguirá ajustar a bota ao seu pé. As botas tradicionais têm, em média, cinco de cada lado na zona do pé (incluindo um par estrangulador), mais três pares a subirem o tornozelo. Não aperte demasiado os atacadores pois pode diminuir a circulação nos pés — se sentir os pés gelados no Inverno experimente afrouxar os atacadores.

De igual forma, os movimentos transversais do pé devem ser mínimos. Todo o atrito repetido ao longo de várias horas poderá provocar bolhas, sobretudo se ainda não estiverem formados calos nessasDelta do Parnaíba zonas do pé.
Uma maior espessura da sola de borracha oferece um melhor isolamento do frio que é transmitido pelo solo, além de oferecer um melhor amortecimento ao choque.

O couro ainda é o material nobre por excelência, e as boas botas são construídas sem costuras laterais, à excepção do acabamento no calcanhar e no contacto com a sola.
Há modelos cujo interior é revestido de uma película impermeável, o que encarece sobremaneira as botas. Em nossa opinião, essa película é dispensável. Se chover ou se a erva estiver encharcada, as calças acabarão por escorrer.

b) Protecção. A bota deve subir acima do tornozelo para o proteger de entorses. As botas de couro com 2-3mm de espessura oferecem uma boa rigidez geral, não só ao nível do tornozelo como para todo o pé, com destaque para os dedos. Hoje é mais vulgar encontrarem-se materiais sintéticos e sucedâneos, mais baratos do que o couro. Esse tipo de rigidez é um factor importante. Não é raro necessitarmos de dar largos saltos ou de descermos declives íngremes com consequências que muitas vezes não controlamos bem. Uma espessura equivalente também oferece um bom isolamento do frio.

c) Segurança. No decurso de uma escalada nos anos trinta, o alpinista italiano Vitale Bramani assistiu à queda e consequente morte de um amigo quando atravessavam, desencordados, uma zona de rocha fácil, mas molhada e escorregadia. Muito perturbado, Vitale jurou que algo tinha de fazer para se evitarem acidentes desnecessários deste tipo. Pouco depois inventou uma sola de borracha que ainda hoje é a referência mundial e que equipa todas as botas de alpinismo e a maioria das botas de marcha: a sola Vibram. Para testar e comparar o grau de aderência de solas diferentes, faça pressão com a sua unha a 45º sobre a superfície da borracha lisa.

Alem de boa aderência, uma sola deve possuir um certo grau de rigidez, sobretudo transversal, para que, em descidas íngremes, possa travar com as arestas em técnica idêntica à do ski na neve. Uma rigidez adequada também lhe oferece maior conforto por não sujeitar o pé a todas as irregularidades do solo.

d) Resistência e durabilidade. Estes são factores difíceis de avaliar, mesmo para um especialista. O conhecimento das marcas é muito relevante, sobretudo as suas experiência e tradição a fabricar botas de alpinismo, um domínio muito mais exigente. Os materiais empregues contam muito: compare diferenteCarregadores no Caminho Inca, Perus modelos e privilegie a resistência e a rigidez. Tenha em mente de que as suas botas poderão ter de sofrer um tratamento implacável.

Quanto maior for o número de costuras, menos impermeável a bota será e mais pontos fracos haverá. Um facto muito irritante é saltar uma presilha, o que é irreversível.

As botas tradicionais em couro representaram sempre um bom investimento por que possuem as melhores características do que se referiu acima, alem de durarem dezenas de anos. Por isso, foi sempre vulgar a troca das solas quando estas se gastam. Actualmente, muitos dos fabricantes aplica às botas de marcha um tipo de solas que não é substituível. Conhecemos pessoas que ao fim de um ano de actividade gastaram as suas solas, embora o restante material se conservasse como novo!

Conclusão. Quando decidir comprar umas botas visite varias lojas da especialidade e compare múltiplos modelos. Faça todo o tipo de perguntas aos vendedores e exija respostas concretas. Se não souberem responder-lhe de forma credível vá comprar a outro sítio. Depois participe em várias caminhadas, observe os modelos que as outras pessoas usam e faça-lhes perguntas. Avalie a frequência com que pensa utilizar as botas. Disso dependerá também a grandeza do seu investimento.

Depois disto, já terá uma opinião formada.

Após comprar umas botas tenha em mente que elas necessitam de se moldar ao pé.. É possível que nas primeiras duas ou três saídas elas lhe causem bolhas. Por isso, não esqueça que antes de partir para uma viagem deve testá-las. Dado que o atrito se dá normalmente no calcanhar, poderá colar um adesivo largo ao longo dessa zona (e/ou noutras) durante o período de adaptação. Caso lhe apareça uma bolha, nunca arranque a pele. Faça-lhe um pequeno corte para extrair o liquido e manter a bolha vazia. A pele da bolha secará protegendo ao mesmo tempo a pele nova que lhe dará lugar.
Torre de Vigia Yambulhakang, Tibet
Outro contratempo que lhe poderá surgir no decurso de uma viagem é encharcar o interior das botas após uma chuva. A solução é usá-las com um a dois pares de meias de lã (de polipropileno será melhor) e esticá-las o mais possível fora da bota para que a evaporação por capilaridade se dê. Se tiver meias de reserva vá trocando as húmidas pelas secas.

Talvez você esteja a estranhar não termos mencionado um aspecto muito importante que nenhum montanheiro descuraria: o peso.
As botas ideais, de acordo com o mencionado acima, não podem ser as mais leves. Pelo que lhe expusemos, é preferível aceitar um maior peso nos pés para termos a garantia de que o conforto, a segurança na marcha, a protecção dos tornozelos e tudo o mais que mencionámos, serão maiores. Por isso deixámos este aspecto para o fim e o referimos como meramente secundário.

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O Saco Cama https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/o-saco-cama/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/o-saco-cama/#respond Sun, 16 Jun 2019 22:12:20 +0000 https://rotasdovento.com/?p=12578 O saco cama é uma das peças de bagagem mais importantes para realizar algumas das nossas viagens. Dele depende uma boa parte do conforto que irá sentir no seu decurso. A sua escolha é, por isso, de grande importância.

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O saco cama é uma das peças de bagagem mais importantes para realizar algumas das nossas viagens. Dele depende uma boa parte do conforto que irá sentir no seu decurso. A sua escolha é, por isso, de grande importância.
Se necessita de comprar um, pense primeiro como e aonde pretende utilizá-lo nos próximos dez anos. É um erro basear a sua decisão somente em função da próxima viagem que irá realizar.
Se tiver dúvidas, vise um saco com uma referência de -15º que lhe permitirá uma utilização bastante diversificada.
O nível de protecção do frio de um saco cama é função, sobretudo, do tipo de enchimento e do volume de ar quente que ele conservará em torno do nosso corpo. Por isso, um saco cama volumoso oferece um melhor isolamento do frio do que outro que seja fino.
A sua decisão de compra irá pesar sobretudo no tipo de enchimento, por que os seus preços apresentam grandes diferenças.
Neste âmbito, há duas famílias muito distintas: o enchimento natural (penugem) e o sintético.

a) Sacos com enchimento de penugem: É o material mais nobre e o de preço mais elevado. A penugem pode ser de pato ou de ganso (melhor). Ela é misturada com plumas e a qualidade do enchimento é tanto maior quanto menor for a percentagem de plumas.
Comparada com o material sintético, a penugem é mais confortável por que permite suportar maiores amplitudes térmicas, é mais comprimível e ocupa menos espaço na mochila, e é bastante mais leve.
Os sacos cama enchidos com penugem duram duas a três vezes mais que os sintéticos, e necessitam de maior atenção na sua manutenção. É sobretudo na lavagem e na secagem que se deve ter a máxima atenção.
Nunca lave com detergente! Nem a seco. Fazendo-o irá eliminar a gordura natural que a penugem possui e que é a base da sua capacidade de insuflar. Há produtos específicos para lavar este tipo de sacos que se obtêm nas lojas especializadas.
A secagem é outro quebra-cabeças. Os especialistas recomendam que seque num secador de tambor e que lhe introduza, além do saco, um sapato. Dado que a penugem molhada se agrega num só bloco, o sapato tem como função bater na penugem para que ela se vá soltando.

b) Sacos com enchimento sintético: Têm a vantagem do preço mais reduzido relativamente à penugem. Em contrapartida são mais pesados e mais volumosos para um mesmo índice de isolamento.
Se bem que estes aspectos sejam superáveis, a sua utilização em diferentes temperaturas ambiente já poderá ser um inconveniente.
Se você possuir um com referência -15º poderá sentir-se desconfortável com uma temperatura exterior de 15º ou de 10º. Enquanto que com um saco de enchimento natural você sentirá um calor seco, num deste tipo esse calor já será mais húmido, isto é, você sua. Ou então terá de dormir com o saco semi-aberto, o que não é uma boa opção pois dificilmente conseguirá ajustar a temperatura no seu interior.

A Alternativa
A alternativa a comprar um saco cama é … pedir um emprestado.
Isso permite-lhe adquirir uma melhor noção do funcionamento prático do saco cama e de compará-lo com o dos seus companheiros de viagem. Depois de utilizar um pela primeira vez em condições reais, durante vários dias, ficará com uma boa ideia do que necessita.
Assim, saberá melhor qual o tipo de saco cama que mais lhe convêm e a sua escolha será a mais adequada.
Outra possibilidade, mais fraca, é a de usar dois sacos cama de Verão, um metido dentro do outro. Se viajar para paragens onde o frio nocturno seja moderado esta opção serve.
Em qualquer caso, calce sempre umas meias espessas e, se ainda tiver frio nos pés, enfie a extremidade do saco cama dentro da mochila.

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A Diferença Horária em Viagem https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/a-diferenca-horaria-em-viagem/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/a-diferenca-horaria-em-viagem/#respond Sun, 16 Jun 2019 22:05:21 +0000 https://rotasdovento.com/?p=12575 Viajar através de vários fusos horários (normalmente mais de três) pode ser muito desconfortável pois desregula-nos o ciclo vital durante alguns dias após a chegada. Alterações no ritmo de vida e no ciclo de sono-actividade causam distúrbios vários que incluem problemas digestivos e gastro-intestinais, dores de cabeça, alterações hormonais, na tensão arterial, na pulsação, no padrão de respiração, na utilização de oxigénio e nos hábitos intestinais, além de sintomas fisiológicos e mentais provocados pela fadiga.

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Viajar através de vários fusos horários (normalmente mais de três) pode ser muito desconfortável pois desregula-nos o ciclo vital durante alguns dias após a chegada. Alterações no ritmo de vida e no ciclo de sono-actividade causam distúrbios vários que incluem problemas digestivos e gastro-intestinais, dores de cabeça, alterações hormonais, na tensão arterial, na pulsação, no padrão de respiração, na utilização de oxigénio e nos hábitos intestinais, além de sintomas fisiológicos e mentais provocados pela fadiga.

Temos fome a horas inconvenientes, falta-nos o apetite no momento do almoço, não conseguimos adormecer antes da madrugada ou então custa-nos terrivelmente levantar de manhã. Muitas vezes, os primeiros dias de viagem são terríveis e não conseguimos apreciar devidamente o que nos deveria dar prazer pois sentimos um permanente cansaço.

Três dias antes da partida é desejável que regulemos gradualmente os hábitos alimentares e o sono de acordo com os horários no país de destino: se viajamos para leste poderemos passar a deitar-nos e a levantar-nos mais cedo e a adiantar as refeições.

A percepção do tempo pelo nosso organismo é influenciada por factores internos ou somáticos e por factores externos ou conjunturais. Estão definidos cinco factores que condicionam essa adaptação: luz, dieta, exercício físico, interacção social e drogas. Compreendendo a sua acção poderemos utilizá-los para conseguirmos uma melhor adaptação à diferença horária.

Luz – A acção da luz é captada pelos olhos e transmitida para o cérebro onde vai estimular uma série de hormonas que regulam os períodos de actividade ou de sono. Por isso deverá procurar forçar um pouco os horários antes da partida com vista a melhor aproximar-se dos do destino. Quando lá chegar deverá ter a disciplina de dormir somente no período natural.

Dieta – Além da luz, o regime alimentar é um factor importante para definir o relógio biológico do nosso organismo. Este relógio prepara o estômago para receber alimento em momentos diários regulares e causa a produção de sucos digestivos, mesmo antes de cheirarmos quaisquer alimentos. Ele também regula a energia, a força, o estado desperto, e define o momento no final do dia em que sentimos fadiga e o desejo de repousar.
Diferentes alimentos causam reacções diversas: alimentos ricos em proteína (carne, peixe, queijo, ovos, caça) e elevadas calorias ajudam a manter-nos alerta, alimentos ricos em hidratos de carbono (arroz, massas, batata, lentilha, cereais) ajudam-nos a manter um estado de repouso.

Exercício físico – A actividade tende a estimular o organismo e a torná-lo mais desperto. Por isso é eficaz para estabilizar esse relógio no início do dia e tem o efeito contrário à noite.

Interacção social – Normalmente estão incluídas actividades como conversar, sair com amigos, passear em locais cosmopolitas, fazer compras, ver televisão ou visitar museus. Este factor tende a excitar a pessoa tornando-a mais desperta.

Drogas – Os químicos podem excitar ou adormecer consoante a substância. A cafeína é um auxiliar poderoso neste processo e, além do café, ela está contida no chocolate e no cacau. O chá preto também tem um forte efeito excitante, assim como o tabaco e o álcool.

Quando entrar no avião, regule o seu relógio de pulso para a hora do destino e proceda como se já aí estivesse. Não se importe de prescindir de uma refeição. Tenha junto de si uma garrafa de água e beba regularmente durante a viagem para se hidratar, e para fazer funcionar o intestino e evitar a prisão de ventre.

Ao viajar para leste durma. Peça um cobertor e uma almofada, tire os sapatos e calce umas meias espessas, use uma venda e tampões para os ouvidos.
Depois de chegar ao destino deve cumprir de imediato os horários locais, mesmo que tal implique sacrifício. Quantas vezes, ao viajarmos para oeste, e após chegarmos ao hotel somos possuídos por um desejo terrível de adormecer a meio da tarde! Ou o impulso de comer uma refeição abundante no princípio da manhã. Mas, se caírmos nessas tentações só estamos a atrasar um processo que é desejável que se faça o mais rápido possível.

O nosso lema é que o primeiro dia passado no destino é o mais duro e tem de implicar um grande sacrifício. Isto ocorre sobretudo quando viajamos para leste pois não temos sono ao deitar e custa-nos muito acordar de manhã.
Pratique um horário uniforme de sono e de refeições durante os primeiros dias.
Apanhe sol na pele pois o organismo reconhecerá melhor o período em que deve estar acordado. Faça exercício físico de manhã, nomeadamente passeios a pé ou de bicicleta. O exercício físico eleva a temperatura do corpo e, praticado ao fim do dia, funciona como excitante.
Não durma a sesta nem coma fora das refeições.

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A Altitude https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/a-altitude/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/a-altitude/#respond Sun, 16 Jun 2019 21:53:40 +0000 https://rotasdovento.com/?p=12569 O fenómeno da altitude é algo que irá sentir durante os nossos passeios em diversas elevadas montanhas, normalmente acima dos 3000m.
Ele é um pouco incompreendido e nada tem de pernicioso, sendo outro factor climático tais como o calor, a humidade, o vento, a exposição solar que, em demasia, requerem um período de adaptação.

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A Altitude

França, Itália, Suiça, Circuito do Monte Branco Integral

França, Itália, Suiça, Circuito do Monte Branco Integral

 

 

O fenómeno da altitude é algo que irá sentir durante os nossos passeios em diversas elevadas montanhas, normalmente acima dos 3000m.

Ele é um pouco incompreendido e nada tem de pernicioso, sendo outro factor climático tais como o calor, a humidade, o vento, a exposição solar que, em demasia, requerem um período de adaptação.

O nosso organismo está habituado a captar o oxi­génio do ar a uma pressão atmosférica perto do nível do mar. Subindo em altitude essa pressão vai decrescendo e os nossos alvéolos pulmonares terão de fazer maior esforço para captar a quantidade habitual de oxigénio. É por este motivo que, nos primeiros dias em altitude, nos sentiremos ofegantes se quisermos caminhar a uma pas­sada rápida. De igual modo, uma subida muito rápida também não consegue ser bem assimilada pelo organismo.

Se planearmos a ascensão de forma adequada, o organismo irá reagir com moderação criando uma maior quanti­dade de glóbulos vermelhos no sangue. Com o passar dos dias você sentirá que o esforço já não lhe custará tanto como no primeiro dia.

Esta alteração da composição do sangue não tem quaisquer efeitos negativos e durará enquanto você permanecer em altitude. De regresso a casa sentiremos claramente que temos maior capacidade para produzir esforço.

Um aspecto importante a ter em conta durante a ascensão é não nos esforçarmos demasiado para não provocarmos um desequilíbrio. Caminhe a um ritmo confortável. Se tiver que parar para recuperar o fôlego isso significa que a sua passada é apressada. Procure a passada ideal que lhe permita caminhar durante tanto tempo quanto queira a subir sem necessidade de descansar.

 

A vida em altitude implica vigiarmos atentamente a nossa saúde e cumprirmos alguns requisitos essenciais:

  1. a) Devemos hidratar-nos sempre mais do que o cos­tume. Na montanha o ar é muito mais seco, o que gera uma maior perda de vapor de água pela respiração. É algo a que não estamos ha­bituados e por isso temos dificuldade em notá-lo. Também o exercício físico diário provoca maior perda de água pela transpiração. Em altitude, os raios solares são mais intensos e são outra fonte de desidratação.

Por isso lhe recomendamos que beba com muita regularidade, mesmo que não tenha sede, com reforços em excesso ao pequeno almoço e ao fim do dia. Uma boa hidratação do or­ganismo possibilita uma recuperação mais rápida da fadiga, e não sentirá os músculos doridos (o que acontece no caso contrário).

A hidratação no final do esforço é a mais importante, pois durante o dia não conseguirá beber tanto quanto necessário. Prefira água morna ou quente (chá, sopa), pois o organismo absorve-a melhor, e concentre-se em conseguir absorver o mais possível. Tente conseguir duas urinas abundantes entre o final da etapa e o deitar. Uma urina transparente significa que o organismo está bem hidratado. Mantendo sempre uma boa hidratação do organismo possibilita uma recuperação mais rápida da fadiga muscular durante a noite. Durma com o cantil à cabeceira e beba de cada vez que despertar.

  1. b) Numa viagem com predominância de esforço físico é vital repor as calorias gastas em cada etapa. Note que não é necessário comer muito, desde que se coma o que é correcto. As suas refeições devem ser sempre muito ricas em hidratos de carbono (arroz, massas, batata, cereais, feijão, biscoitos, etc) para repor as reservas de energia que gastou durante o dia. O seu suprimento far-se-à sobretudo ao jantar, pois a refeição de meio do dia deve ser frugal, tipo pic-nic, para que não prossiga a etapa com uma digestão pesada.
  2. c) Procure dormir bastante para se restabelecer: é possível dormir 9 a 10 horas por noite.

Tenha o cuidado de dormir sempre bem quente; se tiver frio vista mais roupa e encha o saco-cama com toda a roupa que tiver, inclusive a dos seus companheiros. Se tiver frio nos pés durante a noite, despeje a mochila e enfie o extremo do saco-cama dentro dela.

  1. d) Não apanhe frio, e sobretudo não tome banho em ambiente frio (por ex. à noite), pois este prejudica seriamente a adaptação à altitude além de que poderá consti­par-se. Note que uma constipação irá atacar-lhe os brônquios, e re­duzir-lhe a captação de oxigénio.

 

A doença de altitude: Manifesta-se numa primeira fase com dores de cabeça e respiração ofegante. Não é preocupante, sendo até normal.  Nos primeiros dias você irá sentir-se ofegante ao mínimo esforço, depois notará que esse efeito se reduz com a progressão da acli­matação.

Não tome qualquer medicação enquanto estiver em altitude, especialmente an­tibióticos e comprimidos para dormir. Os primeiros enfraquecem bastante, os últimos poderão ser fatais. Os efeitos tanto dos medicamentos como do álcool são largamente ampliados pela altitude e podem ter efeitos imprevisíveis e nefastos.

Numa fase mais avançada, a doença da alti­tude manifesta-se através de um início de edema: a) cerebral – náusea, vómitos, perda de apetite, ou b) pulmonar – respiração muito ofe­gante com rápidas batidas cardíacas, mesmo em repouso, e tosse violenta.

Em ambos os casos a pessoa atingida não deverá prosseguir. Se, passados um ou dois dias à mesma altitude, o seu estado se mantiver ou piorar, ela deve perder alti­tude rapidamente.

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Proteção contra o Frio https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/protecao-contra-o-frio/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/protecao-contra-o-frio/#respond Sun, 16 Jun 2019 21:49:19 +0000 https://rotasdovento.com/?p=12565 Nenhuma roupa aquece pois quem o faz é a energia do nosso corpo. A função dos agasalhos é a de conservar o mais possível esse calor junto ao corpo. Para isso é necessário recorrer a fibras e a materiais que sejam densos para que conservem o ar quente. A construção do agasalho não deve permitir que esse ar quente escape.

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Em Portugal temos muita aversão ao frio, talvez pela nossa génese mediterrânica muito ligada ao clima cálido das terras áridas do norte de África.

Por outro lado, nunca investimos seriamente no conforto tendente a proteger-nos do frio e por esse motivo sofremos.

O inverno em Portugal dura tão pouco…

Quantos estabelecimentos públicos encontramos  aquecidos durante o inverno? Quantas torneiras em lavatórios nesses locais deitam água quente? Inclusive, para nosso infortúnio, muitas dessas casas têm as portas abertas para a rua! As nossas próprias habitações também são pouco adequadas, do ponto de vista da técnica e dos materiais, para nos isolar eficazmente dos calafrios.

Por estes motivos sofremos com o frio e dele temos má memória. No entanto, o ar frio poderá ser mais saudável pois é mais seco e mais convidativo ao exercício e à actividade. E afinal, os desportos de inverno são um grande prazer para muitos.

O princípio da protecção do frio é o isolamento:

Por um lado, a roupa que usamos não deve deixar entrar ar frio. As mangas das camisolas devem estar justas aos pulsos e as calças devem apertar no tornozelo. O mesmo se aplica à gola e ao acabamento da cintura.

Por outro, a roupa que vestimos deve ser capaz de conservar uma camada de ar quente junto ao corpo. Quanto mais intenso for o frio mais espessa deve ser essa camada que pode ser composta por três a cinco peças de roupa: desde a camisola interior térmica ao casaco impermeável ou casaco forrado, que em último caso poderá ser um espesso casaco de plumas.

Ao invés, há quem julgue erradamente que um bom impermeável aquece só pelo motivo de que não deixa entrar o vento!

Nenhuma roupa aquece pois quem o faz é a energia do nosso corpo. A função dos agasalhos é a de conservar o mais possível esse calor junto ao corpo. Para isso é necessário recorrer a fibras e a materiais que sejam densos para que conservem o ar quente. A construção do agasalho não deve permitir que esse ar quente escape. Um exemplo contrário deste aspecto é a camisola de lã que, sujeita ao efeito do vento, deixa de oferecer protecção.

A lã tem sido tradicionalmente a fibra de eleição em todos os continentes, só recentemente começando a ser substituída. Hoje já se vulgarizaram diversas fibras sintéticas que são muito confortáveis e têm alta densidade, além de que são leves, muito rápidas a secar e fornecem equivalente grau de respirabilidade. Todos estes factores destronam a lã…

O material tradicional que ainda não foi ultrapassado em desempenho é a penugem de ganso e que serve para forrar casacos e sacos cama. As suas leveza, compressibilidade e conforto mantêm-se imbatíveis.

Há outro factor fundamental para que a protecção do frio seja eficaz: é primordial manter uma boa circulação do sangue.

Muitas vezes no campo ouvimos pessoas queixarem-se de que têm os pés gelados. Todas são aconselhadas a afrouxar os atacadores e passados alguns minutos de exercício quase todas começam a sentir calor nos pés pois a circulação normalizou-se. Quem o não sente ou tem as meias molhadas (na véspera teve o cuidado de secar as meias?) ou as botas demasiado justas. O mesmo se aplica às luvas, não só à pressão que possa ser exercida nos pulsos por um elástico muito apertado, como também na base dos dedos nos casos em que as luvas têm costuras volumosas ou estão muito justas à mão.

Há outro aspecto importante que se descura frequentemente que é a protecção da cabeça. Esta tem uma superfície muito grande e por lá perdemos muita energia. Devemos manter a cabeça sempre coberta com um barrete que nos cubra desde a testa à nuca. Se acampamos, é recomendável conservar o barrete durante as 24h do dia.

O mecanismo de sobrevivência que o nosso organismo utiliza em situações críticas de frio é o da selectividade. Os órgãos para os quais o fluxo de sangue acorre com maior prioridade são o cérebro, os pulmões e órgãos principais alojados no tronco. Os que ele sacrifica em favor destes são as extremidades: mãos e pés.

O seguinte exemplo é plausível: imagine que anda a passear ao ar livre de mãos calçadas com luvas de lã e a cabeça descoberta, exposta ao vento frio. Seria estranho sentir frio nas mãos, mas é verdade. Mas se cobrir a cabeça verá que em pouco tempo a sensação de frio nas mãos diminui. Porquê? Havia uma grande quantidade de energia desperdiçada que era utilizada para proteger a cabeça. Após cobri-la, essa energia já pode ser distribuída por outras partes do corpo onde seja mais necessária.

Recomendamos, por último, que adquira equipamento de qualidade pois no momento em que estiver a viver condições difíceis irá agradecer-se francamente a boa decisão que tomou!

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Cuidados de Alimentação em Viagem https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/cuidados-de-alimentacao-em-viagem/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/cuidados-de-alimentacao-em-viagem/#respond Sun, 16 Jun 2019 21:46:07 +0000 https://rotasdovento.com/?p=12562 A gastronomia é um aspecto cultural muito importante em cada viagem. Os locais privilegiados para ter essa experiência são onde come o povo nativo. Procure estabelecimentos simples e movimentados, e misture-se com os locais. É uma experiência muito interessante, não sem envolver algum risco para a saúde, mas que consideramos imprescindível.

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A conservação de uma boa saúde em viagem é essencial. Quando viajamos em países menos desenvolvidos que o nosso (do ponto de vista da higiene) é vital dedicarmos uma enorme atenção à evolução do nosso estado físico pois qualquer descuido pode trazer-nos graves dissabores.

Em paralelo, é igualmente essencial não deixarmos enfraquecer o organismo por ingestão deficiente de nutrientes e de líquidos, tanto em quantidade como em qualidade. Um organismo depauperado torna-se propenso à doença.

Tenha sempre presente de que melhor do que qualquer vacina é a atitude de vigilância constante ao que comemos e bebemos.

Escusado será dizer que partir de boa saúde é a primeira prioridade.

Hidratação: Na montanha ou no deserto, o ar é mais seco, o que, associado ao esforço físico diário gera uma maior perda de vapor de água pela respiração. Podemos não notá-lo mas respiramos mais rápida e profundamente. Por via desse esforço também transpiramos mais.

Mas não só: a nossa exposição prolongada ao sol e ao vento também contribui para esse efeito.

Por isso recomendamos-lhe que beba regularmente durante o esforço, mesmo que não tenha sede. Três ou quatro golos em cada quarenta minutos são suficientes. Use um cantil ou uma garrafa de água com uma capacidade de 1.5 litros.

A hidratação no final do esforço é a mais importante, pois durante o dia não conseguirá beber tanto quanto necessário. Prefira água morna ou quente (chá, sopa), pois o organismo absorve-a melhor, e concentre-se em conseguir absorver o mais possível. Tente conseguir duas urinas abundantes entre o final da etapa e o deitar. Uma urina transparente significa que o organismo está bem hidratado. Mantendo sempre uma boa hidratação do organismo possibilita uma recuperação mais rápida da fadiga muscular durante a noite. Caso ache necessário, durma com o cantil à cabeceira e beba de cada vez que despertar.

Há quem decida beber pouco ao serão para evitar  passar pelo desconforto (e às vezes pelo frio) de ter de levantar-se durante a noite. Isso é muito errado, e você tem de assumir que esse é um custo necessário para manter-se na melhor forma possível.

O pequeno almoço é outra ocasião que deverá aproveitar para beber bastante.

Por precaução, trate toda a água que não for fervida ou engarrafada. Leve pastilhas de purificação de água, um filtro apropriado ou um frasco conta-gotas com lixívia ou tintura de iodo para desinfectar toda a água que não foi não tratada. Desconfie do gelo que lhe servem nas bebidas por que pode provir de água da torneira!

Nos climas quentes e húmidos em que a sudação pode ser abundante convém abusar um pouco do sal de cozinha.

Alimentação: Numa viagem com predominância de esforço físico é vital repor as calorias gastas em cada etapa. Note que não é necessário comer muito, desde que se coma o que é correcto. É generalizada a ideia de que a carne é que dá força.

Nos programas que organizamos, em que o tipo de esforço é de intensidade moderada mas de relativa longa duração, essa ideia é muito errada. As suas refeições devem ser sempre muito ricas em hidratos de carbono (arroz, massas, batata, cereais, feijão, biscoitos, etc) para repor as reservas de energia que gastou durante o dia. O seu suprimento far-se-à sobretudo ao jantar pois a refeição de meio do dia deve ser frugal, tipo pic nic, para que não prossiga a etapa com uma digestão pesada.

É curioso de notar como as diversas regiões possuem os seus alimentos de esforço característicos: o arroz e a massa na Ásia, a batata e o feijão na Europa (originários do Brasil), o cous cous e a lentilha no Magrebe, a mandioca no resto de África, a quinoa e o milho nos Andes, etc, não mencionando os diversos tipos de cereal que se generalizaram nos vários continentes, cada um adaptado às condições climáticas locais.

Não coma alimentos crus excepto se conhecer a sua proveniência ou no caso de fruta envolta em casca (lave-a muito bem antes de descascá-la).

A gastronomia é um aspecto cultural muito importante em cada viagem e recomendamos que procure conhecer o mais possível das suas variadas facetas. Os locais privilegiados para ter essa experiência, e seguramente os mais genuínos, são onde come o povo nativo. Procure estabelecimentos simples e movimentados, e misture-se com os locais. Nos países que gozam de bom clima pode-se comer uma refeição na rua, servida a partir de bancas. É uma experiência muito interessante, não sem envolver algum risco para a saúde, mas que consideramos imprescindível.

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Oasis, comprimidos para desinfecção de água https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/oasis-comprimidos-para-desinfecao-de-agua/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/oasis-comprimidos-para-desinfecao-de-agua/#respond Tue, 21 May 2019 17:56:31 +0000 https://rotasdovento.com/?p=12246 Para conveniência dos nossos viajantes dispomos para entrega por correio dos comprimidos Oasis para desinfecção de água em doses de 50 comprimidos que tratam 1 litro de água cada.

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Para conveniência dos nossos viajantes dispomos para entrega por correio destes comprimidos.

Oasis, comprimidos para desinfecção de água

Oasis, comprimidos para desinfeção de água

• Cada comprimido trata 1 litro de água.
• Seguros, simples, fáceis de usar.
• Prevenção para os viajantes contra a diarreia, disenteria, cólera, e outras doenças transportadas pela água.
• Não apresentam cor ou sabor desagradável.
• Não contém iodo.
• Fabricado no Reino Unido segundo rigorosas condições farmacêuticas e de acordo com os padrões GMP (Good Manufacturing Practice) em vigor na UE.
• Inclui informação sobre dosagem.
• 50 pastilhas (equiv 50 litros de água tratada).
• Preço: Eur 24 para 50 comprimidos, inclui a entrega por correio em Portugal em correio registado.

Para encomendar pastilhas Oasis por favor envie email com os seus dados para info@rotasdovento.com

Aplicação: Ideal para viagens, campismo, desporto ao ar livre, aventura corridas, primeiros socorros e kits de sobrevivência, preparar alimentos, cozinhar, lavar os dentes e preparação para emergências.

O que são as Oasis

As pastilhas Oasis são utilizadas em todo o Mundo, pelas principais Organizações de ajuda Humanitária, organizações de manutenção da paz / forças de defesa, etc. Todos os anos, mais de 2,5 biliões de litros de água são tratados com Oasis.

As Oasis são feitas com NaDCC conhecido também como Dicloroisocianurato de Sódio ou Sódio Trocloseno. As Oasis oferecem vantagens significativas sobre os métodos antigos de tratamento tais como iodo, lixívia/hipoclorito, halazone, Cloramina na prevenção da cólera, disenteria, diarreia e outras doenças.

Principais características das Oasis:

a) Seguras – O ingrediente activo das Oasis é reconhecido e aprovado pelas seguintes organizações internacionais:

• NSF International (National Sanitation Foundation)
• FAO (Food and Agriculture Organization)/WHO (World Healht Organization) JECFA
• US EPA (Environmental Protection Agency)
• NATO
São utilizadas pelas principais agências internacionais de ajuda humanitária, forças armadas e de ONG’s, incluindo a OMS, UNICEF, a MSF, Cruz Vermelha, NATO.

b) Eficazes – Oasis são utilizadas mundialmente na purificação de água há mais de duas décadas e têm-se provado eficazes em diferentes níveis da água, com diferentes pH, durezas ou turbidez (quantidade matérias sólidas em suspensão).

c) Simples de usar – basta colocar o comprimido em água e esperar 30 minutos – simples.

d) Excelentes condições de conservação – Oasis têm um largo período de validade, mesmo em difíceis condições tropicais.

e) Fáceis de transportar – Oasis são seguras de transportar, são leves e compactas – ocupam pouco espaço.

f) Garantia de Qualidade – Oasis são produzidas por Hydrachem, Reino Unido sob rigorosas condições farmacêuticas e de acordo com os padrões GMP (Good Manufacturing Practice) em vigor na UE.

Para encomendar pastilhas Oasis por favor envie email com os seus dados para info@rotasdovento.com

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Níveis de dificuldade de viagem https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/dificuldade/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/dificuldade/#respond Tue, 27 Nov 2018 18:16:36 +0000 http://rotasdovento.com/rotasdovento/?p=4988 Os níveis de dificuldade procuram exprimir a dificuldade de uma viagem atendendo a factores de ordem física e de ordem psicológica. Além da duração média das etapas de actividade física, o número consecutivo de dias dessa actividade tem influência na cotação. Os níveis de dificuldade variam de fácil (nível 1, Sedentários) a exigente (nível 5, Desportistas). Sedentários Nível 1: Acessível a todos, sem esforço obrigatório. Nível 2: Esforço diário até 4 horas por dia com diversas pausas para descanso. Estes programas podem até nem obrigar a esforço, ou somente […]

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Os níveis de dificuldade procuram exprimir a dificuldade de uma viagem atendendo a factores de ordem física e de ordem psicológica.
Além da duração média das etapas de actividade física, o número consecutivo de dias dessa actividade tem influência na cotação.
Os níveis de dificuldade variam de fácil (nível 1, Sedentários) a exigente (nível 5, Desportistas).

Sedentários

Nível 1: Acessível a todos, sem esforço obrigatório.
Nível 2: Esforço diário até 4 horas por dia com diversas pausas para descanso. Estes programas podem até nem obrigar a esforço, ou somente a algumas caminhadas facultativas para visitar locais arqueológicos ou equivalentes. A menção de Breves Marchas Diárias normalmente significa que as caminhadas são facultativas.

Vigorosos

Níveis 3 e 4: Acessível à maioria das pessoas sendo essencial gozar de boa saúde e de espírito aventureiro. É desejável que já tenha praticado desporto mesmo que de forma irregular. Esforço diário de 5 a 6 horas, algumas etapas poderão ser mais longas. É acessível aos sedentários activos.

Desportistas

Níveis 4 e 5: Pessoas praticando actividade física com alguma regularidade. Marcha com uma média de 6 horas por dia, mas poderão existir etapas mais longas. Aconselhamos que se exercite com alguma regularidade até 15 dias antes da partida. Acessível aos vigorosos desde que se preparem seriamente e se encontrem bastante motivados.

 

Segundo a experiência com os nossos grupos, há a considerar que após uns 4 a 5 dias de actividade, você sentir-se-à gradualmente mais leve e com muito melhor capacidade para produzir esforço, ie estamos a ficar mais treinados! A sua recuperação diária desse esforço também se torna mais rápida, isto é, sentirá cada vez menos fadiga de manhã – isto é, se seguir as nossas recomendações que receberá nas informações de viagem antes da partida. Tal facto deve-se a que houve um treino efectivo durante esses primeiros dias e que irá desenvolver-se um pouco mais. Note que esta observação não é uma regra, nem uma garantia e que não se aplica a toda a gente de forma uniforme.

Num itinerário mais longo (8 a 15 dias de marcha ou em kayak), o nível de dificuldade é ponderado para exprimir também as dificuldades de ordem psicológica. Estas poderão resultar numa eventual perda de entusiasmo provocada por questões de conforto, de higiene, de alimentação e outras derivadas da mudança de estilo de vida. Por isso, afirmamos que mais importante que a sua condição física é o entusiasmo com que você assume o desafio de realizar uma destas viagens.

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Teste o seu Peso Corporal https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/teste-o-seu-peso-corporal/ https://rotasdovento.com/dicas-e-testes/teste-o-seu-peso-corporal/#respond Thu, 08 Nov 2018 04:20:00 +0000 http://rotasdovento.com/rotasdovento/?p=4745 Muito se escreveu já sobre o excesso de peso e sobre as mais variadas técnicas para o perder. Por isso não iremos abordar esse tema aqui. Antes de efectuar o seu teste, deixamos-lhe um motivo de reflexão: Se tem, por exemplo, 5 kg a mais sobre o seu peso ideal já imaginou o que significa carregar consigo a toda a hora, e para todo o lado, um garrafão de cinco litros ? Quando faz uma caminhada, tal significa que, além de levar os seus haveres dentro da mochila, […]

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Muito se escreveu já sobre o excesso de peso e sobre as mais variadas técnicas para o perder. Por isso não iremos abordar esse tema aqui.
Antes de efectuar o seu teste, deixamos-lhe um motivo de reflexão:
Se tem, por exemplo, 5 kg a mais sobre o seu peso ideal já imaginou o que significa carregar consigo a toda a hora, e para todo o lado, um garrafão de cinco litros ?
Quando faz uma caminhada, tal significa que, além de levar os seus haveres dentro da mochila, mete-lhe ainda mais 5 kg de fruta…

Para o teste que lhe propomos necessita de conhecer o seu peso actual e a sua altura.

Calcule IMC = kg/m2

 

em que kg é o seu peso, e m2 o quadrado da sua altura, e compare os resultados:

IMC < 19 – muito magro,
19 < IMC < 25 – normal,
25 < IMC < 30 – excesso de peso,
IMC > 30 – obeso.

Nota importante: Cada ser humano possui as suas especificidades próprias e o resultado de um teste deste tipo é algo subjectivo por considerar um número limitado de factores.
Por isso, não encare o resultado que obteve como determinante do seu estado de saúde. Se acha o resultado que obteve algo surpreendente só tem de consultar um médico.

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